CHAMADAS DE PUBLICAÇÃO

2019-08-09

ATENÇÃO, COLEGAS!!!

Estamos em fase de preparação do número 12 da Relicário sobre o Sínodo dos Bispos e Biomas Brasileiros.

O prazo de submissão foi prorrogado para 15 de janeiro de 2020.

O Sínodo terminou, envie seu artigo.

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Caros Colegas!

Em razão da extrema gravidade da atual polêmica que se instaurou em relação à política ambiental brasileira, a equipe editorial da revista Relicário sentiu a premência e importância do tema sobre Meio Ambiente do v. 6. n. 11, a ser publicado em breve, e, por isso, decidiu dar continuidade a esse dossiê. Será a parte II do mesmo tema, v. 6. n. 12,  mas com foco principalmente no Sínodo dos Bispos para a Pan-amazônia, em outubro deste ano, de efeitos esperados sobre  a conjuntura brasileira e suas implicações internacionais.

Aguardamos a colaboração de todos vocês, divulgando nossa chamada de artigos abaixo e enviando-nos contribuições. Colabore com o Meio Ambiente, colabore com o Brasil, colabore com a Amazônia, colabore conosco. Colabore para que possamos fazer um debate frutífero e científico sobre o tema.

AVISO: OS ARTIGOS NÃO PRECISAM SER NECESSARIAMENTE SOBRE A AMAZÔNIA NEM SOBRE O SÍNODO, DESDE QUE POSSAM CONTRIBUIR COM O TEMA DE ALGUMA FORMA.

Chamada de artigos para Parte II do Dossiê O SAGRADO E O MEIO AMBIENTE: Sínodo dos Bispos para a Amazônia e biomas brasileiros de norte a sul

Os artigos deverão ser enviados para os coordenadores do dossiê:
Vani Terezinha de Rezende - vanizen@gmail.com
Rodolfo Geiser - rodolfogeiser@gmail.com

EMENTA
Chamada de publicação para 2019/2
Vol. 6 N. 12
Submissão até 15 de janeiro de 2020
A temática é multidisciplinar e aberta a todo tipo de abordagem político-ideológica, religiosa, filosófica, ética, jurídica, histórica, antropológica, sociológica, psicológica, tecnológica, literária e outras, desde que estejam de acordo com os requisitos científicos de publicação de textos e a linha editorial da revista. Aceitam-se também relatos de experiências pessoais acompanhadas de documentação apropriada. A intenção é explorar o debate sobre: 1) o papel do homem como integrante/interventor da natureza; 2) a convocação de uma assembleia especial do Sínodo dos Bispos para a Pan-amazônia, em outubro deste ano, de efeitos esperados sobre o tema e a conjuntura brasileira; e 3) as posições oficiais ou não das políticas públicas ambientais em curso no Brasil e no mundo, abordagem crítica de modo a proteger a natureza da destruição dos recursos naturais e dos efeitos deletérios da ação humana sobre ela.
Entende-se sagrado no sentido destacado pelo Dicionário Aurélio, ou seja, tudo o “que merece respeito e veneração”. Citando o engenheiro agrônomo e paisagista Rodolfo Geiser: Por extensão vale lembrar o livro “Decadência e Regeneração da Cultura” de Albert Schweitzer, que propõe ao final como solução “o respeito e a reverência à vida”. À vida em seu conjunto: as plantas, os animais, o homem e toda a biosfera; continentes, ilhas, oceanos, atmosfera e camada superficial da superfície terrestre. Tal visão não necessita forçosamente que se creia em Deus. Pode ser uma visão da vida a partir da ecologia que reconhece e respeita todo o espaço vital como necessidade para a manutenção e preservação da vida de cada uma das espécies (vivas), incluindo o homem. Uma visão do homem a partir da ecologia e não restrita à cultura. Nesse sentido, claro, todo o espaço vital é sacro. Tanto sob o ponto de vista gnóstico quanto agnóstico.
Trata-se de privilegiar o manejo sustentável da natureza – a consciência de que a natureza deve ser cuidada e respeitada como sagrada, tal como se nota nas manifestações ambientalistas antigas e atuais, voltadas para mudanças de hábitos e valores que perpassam toda evolução humana da paisagem e da ocupação rural e urbana no planeta. A visão do sagrado é, pois, abrangente e ultrapassa a perspectiva materialista da ciência até hoje distante das dimensões sutis da natureza, como, por exemplo, a necessidade premente de transformação cultural e espiritual para superação do egoísmo e da ganância. A esse respeito, vale a pena refletir sobre as palavras do cientista Gus Speth, publicadas no site Ecological Consciousness, divulgadas no Facebook, em 22 de abril de 2018:
Eu costumava pensar que os principais problemas ambientais eram perda de biodiversidade, colapso do ecossistema e mudanças climáticas. Eu pensei que trinta anos de boa ciência poderiam abordar esses problemas. Eu estava errado. Os principais problemas ambientais são o egoísmo, a ganância e a apatia, e para lidar com eles precisamos de uma transformação cultural e espiritual e nós, cientistas, não sabemos como fazer isso.

Para mais informações e diretrizes para autores, acesse: https://revistarelicario.museudeartesacrauberlandia.com.br

Dulcina Teresa Bonati Borges- Diretora da Revista
Vani Terezinha de Rezende- Editora Responsável

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